Administrando com qualidade, superando desafios

No dia 4 de maio o IEP realizou Café da Manhã com Palestra, com a presença do Engenheiro e Professor Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz. Em sua exposição, Ambrozewicz apontou que o Brasil possui programas de gestão da qualidade desde a década de 90 tanto para o governo quanto para a iniciativa privada. Existem normas técnicas e empresas certificadoras para que o executivo do Governo, setor industrial e de serviços possam atuar dentro de padrões de um sistema de gestão da qualidade e produtividade e, no entanto, na prática, nem o Governo e nem o mercado se comportam dentro destas regras. O desafio é vencer a corrupção o mau uso do recurso público os materiais em não-conformidade, serviços mal executados e os projetos que levam a erros de execução que ainda predominam em grande parte das obras nacionais, seja de infraestrutura ou habitacional. O próprio governo federal dá mau exemplo nesta área, projetos licitados que não são definitivos ou o próprio PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), onde boa parte das obras estão inacabadas e superfaturadas. Durante a palestra ele falou sobre a o desafio de integrar os programas da qualidade, do governo, setor industrial e de serviços sobre o maior desafio do Brasil que é trabalhar dentro de um sistema de gestão da qualidade e produtividade para alavancarmos o nosso futuro e das próximas gerações. O Café da Manhã com palestra é uma realização do IEP em parceria com o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR)​, Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU-PR), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Universidade Positivo e APC Copel.

 

Café da Manhã com Paulo Laporte no IEP

Instituto de Engenharia do Paraná

O Brasil possui programas de gestão da qualidade desde a década de 90 tanto para o governo quanto para a iniciativa privada. Existem normas técnicas e empresas certificadoras para que o executivo do Governo, setor industrial e de serviços possam atuar dentro de padrões de um sistema de gestão da qualidade e produtividade e, no entanto, na prática, nem o Governo e nem o mercado se comportam dentro destas regras. O desafio é vencer a corrupção o mau uso do recurso público os materiais em não-conformidade, serviços mal executados e os projetos que levam a erros de execução que ainda predominam em grande parte das obras nacionais, seja de infraestrutura ou habitacional. O próprio governo federal dá mau exemplo nesta área, projetos licitados que não são definitivos ou o próprio PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), onde boa parte das obras estão inacabadas e superfaturadas.Vamos conversar sobre a integração dos programas da qualidade, do governo, setor industrial e de serviços sobre o maior desafio do Brasil que é trabalhar dentro de um sistema de gestão da qualidade e produtividade para alavancarmos o nosso futuro e das próximas gerações. O Café da Manhã com palestra é uma realização do IEP em parceria com o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR)​, Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU-PR), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Universidade Positivo e APC Copel.

 

 

Paulo Laporte recebe o Prêmio "Professor João Crisóstomo Arns"

da Câmara Municipal de Curitiba

No dia 30 de Nobembro de 2016, Paulo Laporte recebeu das mãos do Vereador Felipe Braga Côrtes mais um premio, o "Professor João Crisóstomo Arns" por sua atuação em prol da Educação e da Cultura. A Sessão Solene de entrega do premio, foi no Plenario da Câmara Municipal de Curitiba - Palacio Rio Branco.

 

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, presente no MBA

da Escola do Engenheiro de Cuiaba.

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, esteve presente em Cuiaba - MT nos dias 05 e 06 de novembro, ministrando o módulo MODALIDADES DE CONTRATO e ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL E PLEITOS, da turma de MBA em Planejamento, Gestão e Controle de obras civis da Escola do Engenheiro, em parceria com a ABENC (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHEIROS CIVIS) e CREA-MT (CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO MATO GROSSO).

 

 

Lançado pela Editora Pini, novo livro de Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz

Construção de Edificios - Do início ao fim da obra

Essa publicação, com linguagem simples e acessível, apresenta todas as etapas da construção de uma edificação, do início ao fim da obra. O intuito é facilitar a consulta e o acompanhamento das disciplinas de Construção de Edifícios, Construção Civil, Tecnologia da Construção e de outras de cunho técnico. O conteúdo é amplo, fornecendo informações gerais, como a importância dos engenheiros e arquitetos, esclarecendo a parte burocrática junto ao setor público, a compra do terreno, como projetar e edificar; detalhes que merecem atenção para evitar erros na construção das habitações. Esse livro didático é dirigido aos profissionais de engenharia, arquitetura e todos aqueles que atuam no setor da construção.

 

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz participará do CINTEC

Congresso de Inovação Tecnológica - Construção Civil, Arquitetura e Urbanismo na UNISOCIESC, acontecerá dos dias 21 a 24/10/2015

 

 

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz,

recebe Menção Honrosa da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.

A solenidade aconteceu no dia 14 de Setembro de 2015, em Curitiba.

Agradeço ao Deputado Estadual Ney Leprevost pela MENÇÃO HONROSA recebida,

aproveito para parabenizar o seu trabalho na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná e

declarar que você é uma pessoa que admiro muito e que desejo

sucesso em sua vida e na sua caminhada politica.

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Lançamento do Livro "Gestão da Qualidade na Administração Pública"

de Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, será no dia

27 de Agosto de 2015, em Curitiba - Pr

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Livro "Gestão da Qualidade na Administração Pública"

de Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, é lançado pela Editora Atlas

 

Este livro tem como objetivo estudar os movimentos da qualidade no Brasil, as suas definições, aplicabilidade, programas da qualidade e a gestão da qualidade na busca por excelência.
Embora o livro aborde a gestão da administração pública o conteúdo histórico e conceitual também é o mesmo do setor privado.
A publicação trata de conceitos da qualidade no setor de serviços, inerentes a excelência da organização, das ferramentas que viabilizam a implantação do sistema de gestão da qualidade, o modelo de excelência da qualidade e o programa brasileiro da qualidade e produtividade.
O leitor obterá instrumentos para desenvolver um processo de reflexão estratégica, possibilitando uma analise e posicionamento sobre o tema.

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Editora Pini publica mais um livro de

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz

"AUDITORIA DA QUALIDADE PARA ENGENHEIROS"

 

Este livro tem como objetivo, estudar Auditoria da qualidade de forma genérica para ser aplicada a qualquer tipo de empresa ou situação. A publicação oferece o conhecimento necessário a condução eficaz de uma auditoria interna do sistema de Avaliação da conformidade - SiAC, atendendo tambem aos requisitos das normas internacionais ISO 9000, 9001 e 9004:2000 e 10011. Para isso, o processo completo de uma auditoria interna será examinado passo a passo.

Embora o propósito da publicação seja explicar a auditoria em empresas construtoras no padrão do SiAC, o livro tambem faz referencias ao padrão ISO 9001:2000. Algumas construtoras se habilitam para a certificação tambem no padrão ISO, para qual o leitor deve estar igualmente preparado.

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Eng. Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, participa do 5º COPAC,

na Universidade Estadual de Londrina

A conjuntura politica e econômica no Brasil tem apresentado novos modelos, regras e perspectivas para a construção civil. Fatores instigantes para um novo cenário dentro do mercado imobiliário brasileiro reaquecem as oportunidades de negócios com a entrada de novos players estrangeiros no mercado de incorporação e construção. É em torno desta nova realidade que aconteceu o 5º COPAC – Congresso Paranaense do Ambiente Construído, na UEL – Universidades Estadual de Londrina. O evento teve como objetivo analisar e avaliar, junto a profissionais, acadêmicos e empresários do segmento, os novos “nichos de mercado”, soluções e tendências que irão nortear o mercado imobiliário e da construção civil nos próximos anos.

 

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Engenheiro que atuou na secretaria da Copa 2014,

em Curitiba, fala sobre Arena da Baixada

Materia divulgada no site http://www.infraestruturaurbana.pini.com.br

Paulo Henrique Ambrozewicz critica desrespeito a leis federais, direcionamento de recursos, viés político de obras e questiona benefícios sociais do evento

Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz é engenheiro civil, especialista em estruturas, mestre e doutor em engenharia de produção. Também participou do corpo diretivo de diversas instituições de classe, entre elas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon/PR). É autor de diversos livros técnicos em sua área de especialização, alguns com publicação pela Editora PINI. Em 2013, atuou como executivo na Secretaria da Copa em Curitiba, desligando-se da função no fim do mesmo ano. Nessa entrevista exclusiva, o profissional fala sobre os bastidores e as polêmicas envolvendo a realização da Copa do Mundo na capital paranaense.

01 - Qual a sua avaliação da realização da Copa do Mundo em Curitiba?
Acredito que já que a Copa do Mundo da FIFA está sendo realizada no Brasil, é conveniente que ela tenha Curitiba como uma das sedes, principalmente pelas liberações de empréstimos ao Estado e ao município para a realização das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa. Entretanto, acredito que o modelo adotado na capital paranaense é muito ruim no que diz respeito à nova arena e, talvez por esta razão, o Estado e o município não assumiram como deveriam a realização do evento.

02 - É possível afirmar que o evento tem um pano de fundo político?
Quando pensarmos no Brasil, sim. Já no que diz respeito ao Paraná e, em especial, a Curitiba, acredito que se tornou político quando houve o risco de não se realizar a Copa da FIFA e quando a não conclusão da Arena para o campeonato mundial passou a ser uma realidade. Este receio facilitou a liberação de mais recurso público para a obra privada da nova Arena da Baixada.

03 - Quais os pontos mais polêmicos das exigências da FIFA?
Para atender às obrigações assumidas perante a FIFA, o governo brasileiro implementou diversos dispositivos legais, leis federais com valor nacional e que suplantam as leis brasileiras em muitos casos. Nas cidades-sede existe a necessidade de preparativos para a Fan Fest, chamada como obra temporária, com muitas exigências e paga pelo município. O recurso envolvido na Copa do Mundo da FIFA é brasileiro - federal, estadual e municipal - com obrigação a devolução do empréstimo realizado.

04 - É possível afirmar que os governos locais acabam ficando reféns da FIFA?
Em muitos casos sim, já que o Comitê Organizador Local da FIFA estabelece o que deseja de espaço e as providências a serem tomadas dentro da nova Arena e na cidade. Devemos destacar que a FIFA alega que quem desejou a Copa do Mundo de 2014 foi o Brasil, por isso suas exigências devem ser atendidas, já que fazem parte de um contrato com o governo brasileiro.

05 - Como os recursos que estão sendo aplicados para a Copa do Mundo poderiam ser usados em equipamentos públicos e obras no Paraná?
O Estado e o município teriam condições de usar os recursos destinados à Copa para estabelecer projetos para educação e saúde, por exemplo. O retorno financeiro do campeonato mundial que as pessoas em geral imaginam para comércio local não é a maravilha que se pensa. Estima-se que o Brasil vai receber dois milhões de turistas, sendo 600 mil estrangeiros, 10% do que o Brasil recebeu de turistas estrangeiros no ano passado. Destes, apenas 30 mil devem vir a Curitiba.

06 - Entre as obras que estão em andamento para a Copa do Mundo, a referente à reforma da Arena da Baixada parece ser a mais polêmica. Como você avalia essa obra?
Em minha opinião, o modelo utilizado pelos governo estadual e municipal não foi o adequado. Havia a possibilidade de construir um estádio público, que poderia atender à população, com pista de atletismo, piscina, ginásio e outros equipamentos. O Estado poderia ter utilizado os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) diretamente e assim resolver o problema da modernização do Ginásio do Tarumã, utilizando o Estádio do Pinheirão, que poderia ser administrado por uma diretoria composta pelos três clubes da capital. É lamentável não terem aproveitado a oportunidade.

07 - Quais os principais problemas?
As várias solicitações de novos empréstimos de grandes montantes de recursos públicos, mediante a apresentação de garantias com validade discutível, é a questão mais polêmica sobre a reforma da Arena da Baixada. Recentemente o Clube Atlético Paranaense (CAP) propôs como garantia o direito de imagem do estádio. Porém, nenhuma entidade bancária libera recurso por meio dessa garantia, e novamente os governos estadual e municipal são avalistas. E se o CAP não pagar, quem paga?

08 - Qual o legado que a Copa do Mundo vai deixar para Curitiba?
O chamado legado que deve ficar para o município de Curitiba vem por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa, cujas obras de infraestrutura urbana fazem parte da matriz de responsabilidades da Copa da FIFA 2014. Essas obras são pagas por meio de financiamento para o Estado e para o município, que deverão devolver o crédito recebido.

09 - Você está escrevendo um livro sobre Gestão da Qualidade na Administração Pública. Qual o debate central da publicação?
A publicação tem a finalidade de propor um modelo para tornar o funcionamento da estrutura pública mais eficiente, usando conceitos de qualidade e produtividade. Convivi muito com o poder público executando pontes e viadutos para o governo municipal, estadual e federal e posteriormente ocupando cargo público na área de obras, o que me deu a oportunidade de acompanhar como funciona a gestão pública, sua estrutura funcional, cargos e salários e nomeações e embasar a produção de conteúdo para um livro. A intenção é que até dezembro deste ano o livro seja publicado pela Editora PINI.

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Editora MACKENZIE lança livro "QUALIDADE NA INDUSTRIA DA CONSTRUÇÃO" de Paulo H. Laporte Ambrozewicz

A Editora Mackenzie acaba de lançar o livro QUALIDADE NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO – Manual de processos, materiais e indicadores, de autoria de Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz, Dr. A publicação é destinada a alunos de graduação em engenharia de produção, engenharia civil e a profissionais já formados.
O livro tem como propósito facilitar a compreensão de acadêmicos e profissionais da engenharia e da arquitetura a respeito da qualidade na indústria da construção, apresentando os conceitos de qualidade e as transformações por que passaram ao longo do tempo o sistema de gestão da qualidade, os processos e indicadores construtivos além disso o livro fornece indicadores e registro de inspeção de processos e aquisições de materiais, recebimento e armazenamento.  Os capítulos obedecem à uma sequência didática e acadêmica, para facilitar a compreensão do tema e permitir uma rápida localização.
Ambrozewicz é engenheiro civil, especialista em estruturas e mestre e doutor em engenharia de produção, além de já ter atuado como professor titular na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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Editora PINI lança livro didático sobre materiais de construção

A Editora PINI acaba de lançar o livro Materiais de Construção - Normas, Especificações, Aplicação e Ensaios de Laboratório, de autoria de Paulo Henrique Laporte Ambrozewicz. A publicação é destinada a alunos de graduação em engenharia civil e a profissionais já formados.

O livro apresenta os fundamentos de caracterização dos materiais de construção. Os capítulos obedecem à mesma sequência didática de uma grade curricular acadêmica, para facilitar a compreensão do tema e permitir uma rápida localização.

Seu conteúdo aborda a definição de ciência e engenharia dos materiais, apresenta as normas relacionadas e traz as propriedades dos principais materiais de construção - agregados, aglomerantes e concreto, metais, madeira, plásticos, vidros, materiais cerâmicos etc.

Ambrozewicz é engenheiro civil, especialista em estruturas e mestre e doutor em engenharia de produção, além de já ter atuado como professor na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Confira entrevista com o autor do livro:

Qual a importância de uma publicação como esta para um engenheiro civil?
Este livro busca contribuir, de modo efetivo, para o estabelecimento de algumas condições favoráveis ao ensino e à aprendizagem das demais disciplinas e serviços prestados pela engenharia tanto em projetos construtivos quanto em obras. Já no tocante ao engenheiro civil, permite repassar as características e aplicações dos materiais, inclusive com orientações para o canteiro de obras. A publicação ainda possui orientações e representações da execução de ensaios de laboratório, de acordo com as normas brasileiras e do Mercosul.

Qual a maior deficiência hoje nos profissionais de construção em relação ao conhecimento da engenharia de materiais?
O Brasil passou por longos períodos de inflação nos quais os engenheiros eram muito valorizados pela engenharia financeira e o conhecimento técnico dos materiais, a qualidade das obras e a produtividade não eram fatores tão importantes. Posteriormente, o País teve um período de ausência de obras, no qual os materiais foram esquecidos. A qualidade, os processos produtivos e o aumento de produtividade agora são novamente um diferencial competitivo e o conhecimento precisa ser resgatado. Na década de 80, as licitações públicas eram baseadas em propostas técnicas, compostas por materiais, processos, composições de preço e sistema construtivo, mas hoje se tornaram apenas menor preço. Existe a necessidade e a solicitação do próprio mercado que a mudança aconteça para o bem das melhores práticas construtivas.

O que esperar dos materiais de construção no futuro? 
A construção do futuro significa incorporar considerações de sustentabilidade no planejamento e na implementação de processos dos projetos de construção. A utilização eficiente de matérias-primas e energia é tão importante como o objetivo de reduzir os poluentes e os resíduos. A madeira é um exemplo de um material renovável que passou por um renascimento na indústria de construção, as suas propriedades versáteis levaram a sua ampla utilização em edifícios modernos e funcionais. Muitas empresas estão fortemente envolvidas na pesquisa, a fim de desenvolver novas tecnologias e materiais inovadores.

E a nanotecnologia?
O avanço da nanotecnologia no mundo é visível. Já são mais de mil produtos de consumo em diversos segmentos de atividade, como cosméticos, tecidos e aparelhos eletrônicos. No Brasil, contudo, o lançamento de produtos não acompanha nem de perto o ritmo internacional. A previsão, contudo, é que esse panorama mude em função da importância crescente de pesquisas nessa área envolvendo os diferentes segmentos da economia. No setor da construção já é possível encontrar produtos como películas para vidros com 242 camadas.

A publicação está disponível na LAPORTE CENTRO DE ESTUDOS.

 
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